Como funcionam as Estratégias de SEO nos dias atuais

Como funcionam as Estratégias de SEO nos dias atuais

Saiba como funcionam as estratégias de SEO nos dias atuais e como devem ser aplicadas!

Estar visível no Google é o objetivo de muitas empresas, mas, para isso, temos que nos manter atualizados com as novidades do mundo de SEO. Ou seja, devemos nos perguntar: Como o SEO funciona hoje? Quais são os pilares REAIS que devemos levar em consideração para trabalhar com eficácia?

Para ter mais sucesso em suas estratégias de posicionamento, deve se atualizar constantemente em relação às principais mudanças do mecanismo de pesquisa, a fim de obter resultados mais satisfatórios e se estabelecer por mais tempo no ranking de posicionamento SEO.

Como funcionam as estratégias de SEO nos dias atuais?

Embora ainda ouçamos essa frase regularmente, existem técnicas de SEO que começaram a ser estabelecidas há anos atrás e que, até hoje, continuam funcionando. Mas, há alterações que devem ser levadas em consideração para o sucesso de estratégias.

As técnicas utilizadas por especialistas em SEO são:

  • Criar e manter o conteúdo atualizado.
  • Torná-lo perene removendo datas.
  • Criar conteúdo que responda às perguntas que os usuários fazem no mecanismo de pesquisa, ou seja, que vão de encontro com a intenção do usuário. Por exemplo, se a sua empresa atua no segmento financeiro de Fundo Exclusivo, realizar um conteúdo específico de acordo com as pesquisas realizadas pelo cliente em potencial, é essencial.
  • Tomar cuidado com a vinculação e a ancoragem internas, para distribuir a força entre diferentes URLs e fornecer a essas URLs uma semântica coerente.
  • Otimizar a autoridade do conteúdo conforme o site cresce e fica maior.

O SEO muda aos poucos, graças tanto aos usuários que usam o mecanismo de busca quanto aos próprios SEOs. O que não quer dizer que devemos abandonar as técnicas que têm funcionado para nós até agora. Devemos complementá-los com novas atualizações.

Google: um aspecto fundamental para o posicionamento

Após esta primeira introdução, algumas das ideias que podem nos ajudar a posicionar melhor são: pensar em dispositivos móveis, aumentar a velocidade de carregamento do site, além de dar maior importância a links e conteúdo.

Devemos ter em mente que o Google aprende com tudo e tenta responder cada vez melhor às pesquisas dos usuários. Portanto, nós também devemos adotar esse caminho.

No entanto, para não vacilar com todas as recomendações que encontramos, é importante trabalhar com sua própria metodologia. Testá-lo em diferentes áreas e ao longo do tempo para verificar sua eficácia.

Desta forma, podemos dizer que existem 4 peças básicas para trabalhar o SEO de forma completa:  rastreamento, indexação, conteúdo e popularidade.

Mas devemos ter em mente que, para que todas as peças do quebra-cabeça se encaixem, elas precisam ser transferidas para a web corretamente. E é disso que a arquitetura da web cuida.

A arquitetura da web é composta pela arquitetura da informação.  Que inclui as dependências lógicas e os agrupamentos semânticos feitos. E, por outro lado, inclui também a arquitetura técnica que transfere todas essas informações para a web.

Ao trabalhar nelas, estas 4 peças são classificadas em 3 áreas que são:  técnica, qualidade e autoridade. Ser capaz de resumir brevemente os objetivos e o funcionamento de cada um deles.

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Como a área técnica está relacionada ao rastreamento e indexação?

A área técnica quer que o Google veja os URLs que queremos no menor tempo possível. Tudo isso graças à arquitetura da web eficiente baseada em rastreamento e indexação corretos.

Precisamente por este motivo, é importante que procuremos a forma mais eficaz de desenvolver a nossa estratégia de SEO. Evitando possíveis erros de posicionamento que possam atrapalhar nossos objetivos.

Por que a área de qualidade está focada no conteúdo?

Por outro lado, a área de qualidade busca abranger as intenções de busca presentes e futuras do usuário. Dar ao Google o máximo de informações possível.

Para cobrir esta área é importante criarmos conteúdos adequados. Que responde às necessidades de nossos usuários. Por exemplo, se um usuário deseja saber quais os sites mais confiáveis para compra online, ele pode pesquisar pelo termo “Amazon é confiável”. No caso, se trabalhar essa palavra-chave e no seu conteúdo a mesma for otimizada de acordo com as diretrizes, as chances de posicionar e obter melhores resultados são maiores.

Como a área de autoridade usa a imagem de nossa marca?

Por fim, temos a área de autoridade, que está relacionada à imagem da nossa marca. Se cumprirmos também este ponto, podemos fazer do projeto uma referência ao nível da pesquisa.

Mas, para melhorar nossa marca, é importante que geremos uma estratégia adequada de linkbuilding. Criação de links com outras páginas da web com um tema semelhante.

Como trabalhar a área técnica de SEO

Trabalhar a área técnica de SEO é essencial para obter resultados satisfatórios e estabelecer um bom posicionamento de acordo com as diretrizes do Google.

No caso, se possui um estúdio de fotografia, trabalha com o Book fotográfico gestante, e deseja aumentar os orçamentos, por exemplo, o ideal seria se atentar a área técnica de SEO para posicionar o seu site no ranking de buscas regionais.

Após apresentar os primeiros conceitos, podemos seguir alguns conselhos aplicáveis à prática:

1. Diferencie URLs rastreáveis ​​e URLs indexáveis

Mas, antes de conhecer os aspectos mais práticos, é importante que vejamos a diferença entre alguns termos. Isso acontece, por exemplo, com URLs rastreáveis ​​e indexáveis.

O Google não rastreia os URLs que encontra na ordem ou à medida que os detecta. Mas priorizando pela autoridade de cada URL.

Para entender essa distinção é necessário primeiro esclarecer em que consiste a detecção, o rastreamento e a indexação. Três termos intimamente relacionados ao assunto:

  • Descoberta: a descoberta ocorre quando o Google descobre que existe um URL – ou detecta. Quando isso acontece, ele o enfileira para rastrear, após um rastreamento anterior para ver quantos links ele contém.
  • Rastreamento: Tudo o que o Google vê em HTML, ele rastreará e entrará na fila por um sistema inteligente de rastreamento que prioriza os processos. Assim, o rastreamento seria baseado nessas prioridades e seu nível de relevância.
  • Indexação: se o URL rastreado for indexável e o Google puder indexá-lo, ele o fará. Se não o indexar, pode ser porque não o considera um URL canônico.  Ou você pode pensar que tem algo que não deveria aparecer em seu mecanismo de busca.

Como o Google decide quais URLs indexar e quais não?

Neste ponto, o fato de declararmos um URL canônico não significa que o Google o considerará como tal. Em vez disso, o Google decidirá por si mesmo.

Este tópico é extremamente importante porque se declararmos um URL canônico e o Google não aceitar nossa sugestão, ele não o indexará. Mesmo que você saiba de sua existência e o tenha rastreado.

Para desenvolver tudo isso bem, devemos controlar e saber diferenciar alguns outros termos importantes.

  • URL descoberto/detectado: o Google o detectou em um rastreamento anterior e o colocou na fila, definindo sua prioridade.
  • URL rastreável – pode ser rastreado sem complicações.
  • URL rastreado – foi rastreado pelo Google.
  • URL indexável: pode ser indexado sem problemas.
  • URL indexado: aparece no mecanismo de busca Google quando um usuário executa uma consulta.

Quando o Google pode indexar um URL?

Nesse ponto, em relação aos casos usuais de indexação. Aproveitando isso para desmistificar um equívoco generalizado: um url não rastreado não pode ser indexado.

A teoria ou o bom senso nos diriam que, se o Google não consegue rastrear um URL, não consegue indexá-lo. Mas isso é falso.

Além disso, também devemos saber que, embora um URL seja bloqueado por robots.txt, o Google ainda pode indexá-lo. Portanto, devemos conhecer algumas das situações usuais:

Um URL descoberto, detectável e rastreável podem ficar sem rastreamento por um tempo. Isso aconteceria quando abrimos um novo site, e ele não tem autoridade externa, tem muitos URLs com mais de três a quatro níveis de profundidade. Nesse caso, os URLs seriam detectados, mas o Google não os rastrearia.

Um URL não rastreável e não indexável (quando dizemos ao Google para não indexá-lo) também pode ser indexado.  Por quê? Porque, quando declararmos informações e bloquearmos o URL, o Google nunca poderá vê-lo assim. O Google até indexa erros 404 fornecidos por um URL pelo simples motivo de não ser capaz de ver o erro.

O canônico é uma sugestão e pode ser que a declaração do usuário esteja incorreta.

2. Considere os níveis de profundidade de um site

Os níveis de profundidade constituem a hierarquia de cada site.  A título de exemplo, podemos mencionar a hierarquia de um comércio eletrônico: com sua Casa, uma categoria, uma subcategoria e um produto.

Dessa forma e segundo o Google, partindo do hot spot da web — ou a página mais forte do domínio — todas as demais seriam estruturadas com base nos níveis de cliques. Esta página principal geralmente é a Home page, porque é a página que está mais vinculada e a mais popular, por meio de links externos e internos.

Quanto mais níveis de profundidade um URL tiver, mais força ele perderá.

Mas o que você faz quando tem um site com muitos níveis de profundidade e deseja atrair mais tráfego? O ideal é limpar os URLs inúteis e passar outro monte de URLs úteis para níveis mais rasos, sempre dentro de uma coerência.

3. O que o Google faz com relação ao conteúdo duplicado?

O Google filtra as versões de URLs duplicados, tentando identificar qual está correta. Portanto, se tivermos vários URLs com o mesmo conteúdo, a informação que damos ao motor de busca é difusa. Além disso, não fornecemos uma declaração canônica correta.

Não há penalidade para conteúdo duplicado. O Google escolhe um URL entre todos eles e o declara canônico. Os outros, apenas filtram.

Podemos dizer então que o Google filtra os URLs com conteúdo semelhante e guarda o bom, tomando-o como referência. São os sinais difusos que, como webmasters, enviamos, que na verdade nos prejudicam ao posicionar.

4. Dicas para a área de autoridade

Uma vez que duas das principais áreas da estratégia foram abordadas, este ponto permaneceu: o relacionado à área de autoridade.

“Qual é o objetivo final que buscamos com todo esse processo?” A resposta é clara: Queremos fazer do projeto uma referência, e que todos o mencionem (ou façam um link para ele) e procurem pela própria marca.

Uma analogia que ilustra muito bem isso é a daquelas entrevistas que são feitas com outras pessoas na imprensa por uma empresa para gerar mais relevância no seu setor. No caso, a autoridade é a mesma, mas na Internet, e, é possível medi-la por meio do PageRank.

O que é page rank?

Quando falamos sobre o PageRank, nos referimos a uma fórmula que expressa o peso relativo de uma página.  Esta é a melhor forma de obter uma distribuição coerente e eficiente da referida força. Uma vez que é perdido em 15% para cada nível de profundidade que encontramos em uma URL.

A fórmula para calcular o Pagerank é a seguinte:

PR (A) = (1 + D) / N + D * (PR (B) / L (B) + PR (C) / L (C) + …)

Onde:

  • N: número total de páginas ativas que fazem parte do cálculo.
  • D: É o coeficiente de amortecimento (geralmente tem um valor de 0,85).
  • L: É o número de links de saída.

No entanto, não devemos nos limitar a colocar links internos ao livre arbítrio. Devemos nos basear em 2 premissas básicas, além disso, as ferramentas realizam esse cálculo para você:

Não perder a popularidade interna: é melhor não vincular a URLs que não forneçam o código 200, indexável canônico, que forneça o erro 404 , 301 ou que não sejam indexáveis. Melhor apenas link para URLs que aparecerão no Google.

Não desperdice popularidade: é preferível não atribuir popularidade interna a URLs que não sejam tão importantes. A popularidade deve ser distribuída de forma equitativa, priorizada, consistente e eficiente. Nem todos os URLs precisam da mesma força, nem são igualmente importantes ou competitivos.

É preciso que o objetivo seja focar onde nossas ações geram o maior “ROI”. E é por isso que esta metodologia ajuda a identificar a área de trabalho onde devemos concentrar nossos esforços.

Não mude drasticamente o seu curso por causa das tendências que você vê na internet. Crie uma metodologia eficiente e faça-a evoluir à medida que o seu trabalho evolui.

Aprenda também usar o SEO em vídeos do YouTube, pois esta tem sido uma boa forma de alcançar o público alvo, ao direcionar conteúdos certos.

Enfim, chegamos ao final do artigo, espero que o mesmo tenha te ajudado a entender como funcionam as estratégias de SEO nos dias atuais e que coloque em prática as dicas e estratégias ensinadas aqui.

Fredson Santana

Fredson Santana

Mim chamo Fredson Santana, sou fascinado por tecnologia e amo trazer novidades do mundo dos smartphones e computadores, aqui no site. Também sou YouTuber, sendo que gravo vídeos semanalmente para meu Canal FVCLine.

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